segunda-feira, 12 de abril de 2010

subi ao altar!

não, ainda não me casei. é que nesse fim-de-semana eu fui madrinha (pela segunda vez, só neste ano!) de casamento de uma amiga muito querida, a Jamille. a cerimônia foi em Luz, cidade que fica no centro-oeste de Minas, há umas 3 horas de BH. fomos eu e Paulinha, minha outra amigona (musa inspiradora do universo dos concursos) numa Van organizada pelo pessoal da Sinagoga, a república ouropretana onde o noivo de formou e onde os pombinhos se conheceram. a viagem já foi uma festa: paradas em todos os postos para abestecer o isopor de cerveja! mas eu nem bebi muito... precisava estar de cara boa na hora H. e também, como eu envelheci 10 anos em alguns meses, na verdade, já não tava achando tanta graça. preferia uma musiquinha calma no mp4 e um soninho gostoso daqui até lá. não estou me reconhecendo, mas isso a gente deixa pra lá. :P
Jamille é um vulcão, que explode com muita facilidade. ela e o noivo brigam demais! e eu já tava morrendo de medo de uma baixaria que era muito provável de acontecer, mas correu tudo bem. a cerimônia foi linda, o vestido era maravilhoso e eu não paguei nenhum mico. o meu par era feio e esquisito, mas isso não importava, porque eu tava morrendo de saudades do Sr. P e só pensava em como seria lindo se ele tivesse ido. mas por um lado, foi bom ele não estar presente. eu poderia ter tido um surto no meio do casamento e ter pedido ao padre pra fazer um extra. :D
a festa foi ma-ra-vi-lho-sa! bebei e comi como uma rainha e dancei como uma diva! e depois de alguns copinhos de cerveja e outra goladas no uísque da Paulinha, quase como uma funkeira carioca. haha... relembrei meus tempos de "na pista pra negócio". sim, passado negro, baby.
mas foi ótimo me entregar ao rebolation e esquecer de todas as caraminholas que andam me envelhecendo e me deixando ranzinza. fiquei simpática com todos (até com os sinagoganos sem-noção) por várias horas. tive que dar meu cochilinho de bêbada no fim da festa, mas isso foi o mais grave mico da noite. não paquerei nenhum otário e nenhum fora consequente de cantada baranga no placar. após acordar do meu soninho, me deparei com um balde de salgadinhos de camarão. hummm... jantei salgadinhos com coca-cola e me deliciei na orgia alimentar sem culpa, já que neste fim-de-semana o sexo estava no pause. voltei pra casa da noiva, roubei o cobertor de alguem que não aperecu porque provavelmente achou um "cobertor de orelhas" bem mais agradável (ou não, né?), liguei pro Sr. P, falei que o amava e apaguei.
na volta eu não tava muito zen, porque o cansaço e a saudade da minha cama não me deixaram em paz, mas cheguei viva em casa, embora com crise de sinusite, por causa do ar condicionado.
mas, queria falar uma coisinha. apesar de não querer casar na igreja e não querer fazer festa, quero muito me casar, um dia. não quero essas coisas por causa da grana. pra isso eu sou muito mão-de-vaca, mas preciso ter um lar, uma família, etc. quero ser mãe, dona-de-casa e todo o resto. quero, assumo. talvez isso me torne mais sensível... o Sr. P que se cuide!
beeeijos!!
=)

6 comentários:

Déia disse...

Que bom que deu tudo certo, heim?? rsrsrs

bj

Michele disse...

Carol, vem cá, me dá um abraço! Acho que você me entende depois de dizer que quer se casar, ser mãe e DONA DE CASA! hahahaha

Eu passei muito tempo trabalhando feito louca, me consumindo com o estresse e a falta dempo, passando TODOS os feriados e aniversários longe da minha família e do meu marido. Até que desisti! Eu estava neurótica e cheia de rugas! Larguei meu emprego que me garantia dores de cabeça e estômagos diários e fui ser feliz, limpando a casa e lavando a roupa! hahaha Claro que quero voltar a trabalhar, mas não vou dizer que odeio ser dona de casa porque estarei mentindo. Sou o tipo que gosta de limpar as coisas, fazer bolo e jantarzinhos e ter toda a disposição do mundo pras noites de sexo selvagem! hahahaha

Olha, só por esse balde de salgadinhos de camarão, a festa já teria valido a pena! Estou com desejo deles agora! Droga!

Eu adoro festa de casamento. Me acabo! Inclusive na minha, meu marido e eu nos acabamos tanto, que nem lmebramos de comer! Olha o absurdo! Acho que juntou o calor da emoção e nem sentimos fome! Deixei passar salgados tão bons e camafeus de nozes! Que pecado! ¬¬

Realmente se gasta muito pra casar na igreja e fazer festa, mas vale a pena! Se for seu sonho, invista amiga! Faça como nós, que começamos a pagar tudo um ano antes e continuamos pagando quase um ano depois, em suaves prestações. Fora que a família sempre dá uma ajudinha daqui e de lá! Esse momento é único, será só seu, vale o esforço! Pense! ;P

E mande um pedaço de bolo por SEDEX, caso decida! haha

Um beijo, querida!

Jaya Magalhães disse...

Você não existeeeeeeeeeeee!

Eu acho ótimo isso tudo, porque, hoje, além de rir, de fazer parte da festa e de te imaginar, eu fiquei querendo comer as coisinhas todas. E saio daqui achando o amor lindo. MUITO lindo!

Adorei o texto, Cá!

Cheiro.

Luna Sanchez disse...

Ah, Carol, tem tanta meiguice, aqui. Ainda que nem sempre esteja explícita nas palavras, ela está nas entrelinhas, e eu acho lindo. ^^

Também quero ser mãe e dona-de-casa, e digo isso com o maior orgulho!

Beijocas, querida. Várias.

ℓυηα

República disse...

Carol, amei o texto e o blog!
Transborda vc...
Parabéns
Amoooooo muitooo vc!
Naty

Alexandre Fernandes disse...

Que bom que se divertiu. É bom extravasar um pouco viu. Deve ter sido ótimo pra ti.

Mas então, tu quer se casar, ter um lar uma família. Isso é ótimo. O fato de não ser na igreja não significa nada. É de cada um. Mas o ato em si é nobre.

Fico contente. E apoiando.
Bejos.

=)