Meu dia no Meninas Improváveis .
Quer saber o que a gente anda falando?
Corre lá!
Beeijo. =)
quinta-feira, 17 de março de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
março de 1987
na madrugada do dia 16 de março de 1987 nasceu uma menina. cabeluda, feia, calada. nem chorou. foi preciso o Dr. Wagner - médico que fez o parto, dar um tapa em seu bumbum pra que ela soltasse o choro e o ar.
passaram-se 24 anos. hoje, a menina cresceu e continua calada. mas se fala, não pára. e só chora quando ganha uns tapas dessa vida. mas sabe que apanha pra acordar e soltar o ar.
passaram-se 24 anos. hoje, a menina cresceu e continua calada. mas se fala, não pára. e só chora quando ganha uns tapas dessa vida. mas sabe que apanha pra acordar e soltar o ar.
não sei porque esse ano o meu dia tá diferente. talvez eu esteja sentindo falta de família, amigos e meu amor por perto. talvez eu preferisse esquecer disso e ficar sozinha mesmo. não sei. mas ainda não deu vontade de comemorar.
segunda-feira, 14 de março de 2011
multiplicam-se
os números. eles, que me olham com essas caras redondas e me confundem. eles, que sempre fizeram bagunça na minha cabeça e terror nos meus extratos bancários.
agora eles são minha rotina - palavra maldita!
estão nas dotações orçamentárias, nas fichas, nos programas, nos itens de despesa, nos valores das cotas base e adicional. estimativo, ordinário ou glogal. ordinários! malditos!
me perseguem, esses injustos. todos sempre tão certinhos. uma troca infeliz entre eles pode causar uma confusão maior ainda na minha cabeça.
eu aqui, cercada por todos eles. preenchendo formulários infinitos. somando, multiplicando, subtraindo, dividindo. me canso.
e só penso numa fuga louca para as palavras, pra poder brincar entre letras e ser feliz juntando sílabas.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Noites de 5ª - Capítulo III - O adeus ao cafajeste
"Todo dia de manhã é nostalgia das besteiras que fizemos ontem."
Fernando Anitelli
Fernando Anitelli
Eu não consegui largar o celular. Lia a mensagem toda hora. Lia, sorria, fechava os olhos, sentia o coração apertando, lia denovo, e assim por diante. Não conseguia chegar a nenhuma resposta. Nem conseguia saber ao certo o que eu estava sentindo com tudo aquilo. Na verdade, desde o dia em que ele se mostrou "ocupado" demais pra me ver, após ter ido aos poucos esquecendo todo aquele carinho e aquela adimiração inicial que tinha pela minha pessoa e se mostrando cada vez menos interessado, eu sabia que esse dia iria chegar. O dia em que eu teria a chance de escolher.
Sim, porque quando eu tive crises de ciúme sem sentido e me mostrei do avesso pra você, eu não tive escolha. Quando eu passei dias e dias fazendo de minha esperança em te ter pra mim, a razão da minha vida, não pude decidir que era aquilo que eu realmente queria. Quando eu te ligava antes de dormir só pra ouvir sua voz e depois fechar os olhos pensando no seu jeitinho fofo de falar, não tinha domínio sobre minhas vontades. Estava cega. Completamente cega. Do jeito que as mulheres costumam ficar, quando se apaixonam.
E só eu sei como doeram os machucados do tombo que eu levei, quando recebi aquela mensagem, dizendo que estava "ocupado". E foi assim mesmo, entre parênteses. Mas foram apenas arranhões. Tratei de curá-los com beijos quentes, pegadas fortes, puxões de cabelo, susurros de "cachorra" no ouvido, goles e mais goles do veneno que tanto me agrada. Agora já passou. E nem quero saber das cicatrizes.
Hoje, eu posso escolher. Tenho em minhas mãos o poder de decidir se me entrego agora à sua cafajestagem enrustida ou me "ocupo" com outra coisa mais interessante. Ou menos, porém mais saudável. Tá bom, talvez nem tão saudável.
Então eu me esmago toda por dentro e respondo que marquei um cinema com minha amiga, apesar de estar na frente da tv com uma panela de brigadeiro, assistindo a mais uma comédia romântica.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Hoje é meu dia...
...no Meninas Improváveis! Então passa lá pra conferir o que a gente anda discutindo!!
E não se esqueça de deixar seu comentário!
Um beijo.
E não se esqueça de deixar seu comentário!
Um beijo.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
O Cara
Já ouvi dizerem por aí que o cordão umbilical une pra sempre mãe e filho (a). Entre pai e filho (a) não existe cordão umbilical. Então, mesmo tão distantes um do outro, o que será que nos une?
O que nos une, são as rugas na testa, que eu com 23 anos já tenho, bem marcadas, como se ele as tivesse desenhado em mim, olhando seu rosto no espelho, pra que ficassemm assim tão parecidas. O que nos une são nossos sonhos. Os seus, que vou conhecendo aos poucos e sem querer os vejo misturados aos meus. Com esses sonhos vêm também alguns medos, uma ponta de insegurança, mas, em compensação, uma força que cresce dentro da gente e nos faz acordar com mais coragem para vencer o dia. O que nos une é uma fé imensa que aprendi a ter com ele. O que nos une são as conversas (que têm me feito tanta falta!) longas no Messenger, sobre vida, sobre amores, sobre nós. O que nos une é uma família linda, que já disse, é meu exemplo, o que me fortalece enquanto pessoa, ser-humano. O que nos une é uma paixão por um time de futebol que eu nem sei como explicar. O que nos une é a certeza de que não importa como, mas o fato é que nos amamos. E esse amor que está aqui dentro de mim e sei também que está dentro dele, sem precisar de nada para que exista.
Sempre estivemos muito distantes um do outro. E talvez seja assim pra sempre. Eu o conheço pelas poucas pistas que ele me dá sobre sua personalidade. Tão discreto, fechado, sério. Vai se revelando aos poucos através de nossas músicas ou de suas histórias de infância que me conta durante o almoço de domingo. E em cada detalhe, eu procuro um pouco de mim. Se encontro, fico feliz. Me orgulho. Às vezes, em discussões sem sentido com minha mãe, ela brava, grita: "Marcelino! Você é igualzinha ao seu pai!" E então eu não sei se choro ou se sorrio. Me calo, mas no fundo, me orgulho, sempre.
Talvez nunca vamos nos conhecer completamente. Ainda temos tanto a falar, tanto a viver. Mas hoje, aos meus 23 anos e seus 46, eu sou sua fã. Pra mim, ele é "o cara"!
Feliz aniversário!
Um pouco atrasado, mas de verdade.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Meninas Improváveis
Hoje, falo sobre esquecimento e memórias no Meninas Improváveis.
Então, não se esqueça de dar uma passadinha no Blog, conhecer as outras Improváveis e deixar seu comentário!
Um beijo.
;)
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