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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Como um Girassol

Para as flores que eu quero sempre cultivar no meu quintal: Marina Lopes, Eliana Campos, Monique Siqueira, Natália Cordeiro, Natália Resende, Marina Lana, Lorena Barboza, Simone Lacerda, Rita Lacerda, Josy Lima e Paulinha Lisboa.

Eu sou daquelas que acreditam no acaso. Eu acho que as coisas acontecem pra gente de uma forma que, a princípio, podem não ter explicação, mas em algum momento a gente alcança o sentido e entende que assim deveria ser. Da mesma forma, acredito que existem pessoas que surgem na nossa vida, não por escolha nossa, mas por escolha de Deus. São pessoas que vem para fazer alguma diferença, pra trazer luz pra nossa vida. Essas são as pessoas as quais eu chamo de amigos. Nesse sentido, eu me considero um ser muito abençoado, porque me mandaram lá de cima pessoas que realmente fazem a diferença na minha vida. São pessoas que possuem uma luz interior tão grande e forte, que as tornam capazes de ao se aproximarem de mim, iluminarem meus olhos e me fazerem enxergar tudo de uma forma mais limpa e colorida.

Eu tive a sorte de encontrar por aí alguns seres que às vezes nem parecem que são humanos, de tão especiais. Mas é entre uma gargalhada e outra, um segredo contado baixinho pra que nem as paredes ouçam ou um olhar sincero de compreensão que a gente reconhece no outro uma coisa que temos também dentro de nós e que nos une: o coração. E então a gente entende o que é amor, carinho e descobre que o resultado disso tudo não pode ser nada menos que amizade.

E essas pessoas estarão sempre entre as coisas às quais eu quero sempre agradecer. Porque são nelas que eu encontro força pra tentar ser cada dia um pouco melhor. E é com elas que eu quero sempre ter mais um motivo pra comemorar, pra brindar, pra compartilhar e pra sorrir.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Eu quero ouvir suas músicas



E entre um acorde e outro, observar seus traços. O desenho das sobrancelhas combinando com um sorriso escondido no cantinho dos lábios. Quero ouvir sua voz chegando macia em meus ouvidos e deixar sair da minha boca palavras soltas de seus versos. Sentir de leve, bem de leve, uma discreta timidez no escorregar dos dedos pelas cordas no momento em que foge à tua lembrança uma nota ou outra. Quero sorrir pras suas mãos e te beijar os olhos, os lábios acariciar devagar. Quero cantar com você. E dançar, pra você.