Mostrando postagens com marcador teatro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador teatro. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 15 de julho de 2011

curta metragem nº 2 - O palco

Uma série de pequenas imagens que serão guardadas pra sempre

Peguei o metrô com as mãos suadas de ansiedade. Era só uma estação, mas parecia demorar uma eternidade. Desci, caminhei com muita pressa por uma rua, virei na terceira esquina à direita e cheguei. Um cinema antigo que se transformou em um centro cultural - o Galpão Cine Horto. Era lá que eu mataria a saudade de brincar de ser. 

Na sala onde aconteciam as aulas de teatro, tinha uma porta larga de madeira no fundo que ficava sempre fechada. Essa porta abria-se para o palco do teatro e é a imagem de quando passei por ela pela primeira vez que ficará marcada pra sempre. As cochias, o chão escuro e frio, a arena com cadeiras pretas, a iluminação. Tudo aquilo bem rústico, me mostrando que artifícios podem ser concebidos a partir de qualquer coisa, ou de nenhuma. A energia de um palco é uma coisa mágica. A cada passo se sente um frio que viaja dentro do corpo e se mostra por fora através dos arrepios. 

Foram se passando as semanas. E eu estive lá por quase todas as segundas-feiras, desde março. E em todas elas eu aprendi uma coisa nova. Um olhar novo, um toque diferente, uma postura mais firme, uma perna mais solta, os pés no chão. Conheci pessoas especiais. Conheci uma pessoa especial: Tarcísio, um mestre! E me conheci um pouco mais a cada dia. Conheci meu corpo, meus olhos, minha voz. 

E quando entrei no palco, na última terça-feira, dia 12 de julho, todas essas descobertas se materializaram em uma experiência incrível, onde estive inteira e da qual, claro, jamais me esquecerei. Sentir a energia do palco e poder externizá-la através do meu corpo e da minha voz foi um exercício de superação e de paixão. Estou apaixonada pelo teatro. Completamente!  

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Resenhas II

 Odilara no Butiquim Santo Antônio



Na tarde de sábado, 26 de março, eu fui experimentar um sambinha no Butiquim Santo Antônio. Por recomendação de um primo que já mora em Belo Horizonte há quase três anos, escolhi esse lugar para ir como presente de aniversário um pouco atrasado, já que no dia mesmo, não tive grandes comemorações.

A primeira imprensão que tive do lugar foi ótima! Um espaço bem aproveitado, decoração simples mas de bom gosto, garçons muito educados, cerveja geladíssima! Quando chegamos a casa ainda estava vazia, porém todas as mesas já haviam sido reservadas. Ocupamos então um balcão, que fica estrategicamente de frente pro palco. Para entrar no clima, enquanto não começava o show, tocava um CD que eu adoro: o EletroFunkSambaGroove, do Luciano Huck. E depois foi exibido um DVD que já havia assistido na casa desse mesmo primo: o Casa de Samba, com apresentações de artistas consagrados no samba acompanhados de outros inusitados. Como as músicas me agradavam muito, já fui me animando. A tarde foi indo embora aos poucos e a casa enchendo de gente (bonita!) na mesma medida. Quando me dei conta, já tava lotado!
Então a banda Odilara subiu ao palco e fez um show delicioso! Eu cantei TODAS as músicas, dancei, me diverti muito! O tempo passou tão rápido... Foi um dia muito gostoso pra mim! Adorei o repertório da banda e a originalidade dos arranjos - coisa difícil de ver em shows de samba, que acabam de certa forma sendo um pouco repetitivos. Virei fã! Já baixei o CD e ouvi vááárias vezes!! Não vejo a hora de curtir mais um shows deles por aí...

Recomendadíssimo!!


E pra quem quiser mais informações sobre a banda, aqui está o Facebook e o Twitter. 

Beijos!!
:)