certa vez, escrevi sobre minha acidez. talvez, aquele fosse um dos últimos momentos de minha fase verde. sim, verde, que nem fruta.
hoje, posso dizer que estou quase lá. nem verde, nem madura. amadurecendo aos poucos. sem agrotóxicos. talvez algum adubo natural, no máximo.
chego ao ponto em que olho pra trás e enxergo meus erros, meus tropeços não mais como tolices minhas. os enxergo como acontecimentos que fazem parte do meu caminho. que me levaram a chegar onde estou. e estou feliz aqui.
ainda estou fazendo escolhas. abrindo algumas portas, fechando algumas janelas. e nesse momento, a trajetória anterior é útil.
me lembro sempre do debate ferrenho na História. a briga entre os que acreditam que ela possa nos ensinar a lidar com o futuro e os que abominam essa idéia. mas isso não me vem ao caso. nem quero pensar. o que interessa é que eu aprendi sim, comigo mesma. e claro, aprendi que às vezes é bom escutar a mãe. praga de mãe pega! mas aprendi também (e acho que até ela aprendeu), que era necessário que a vida me ensinasse.
mas no fundo, sinto que esse é um momento especial. talvez por eu agora poder colocar em prática essas coisas que a gente colhe.
me sinto satisfeita com cada passo que tenho dado. me orgulho muito de minhas conquistas e entendo que elas devem significar (e significam um tanto) apenas para eu própria. o que eu consigo com meu trabalho, com meus estudos e com minha perseverança, é meu. de mais ninguém. pertence a mim o cansaço, o medo, a vontade de desistir como também me pertencem a fé, a calma, a persistência e a luta.
anotem aí: um dia eu chego lá.
essa fruta está amadurecendo. e sua amadurecência tem um sabor único. eu só quero me deliciar.
hoje, posso dizer que estou quase lá. nem verde, nem madura. amadurecendo aos poucos. sem agrotóxicos. talvez algum adubo natural, no máximo.
chego ao ponto em que olho pra trás e enxergo meus erros, meus tropeços não mais como tolices minhas. os enxergo como acontecimentos que fazem parte do meu caminho. que me levaram a chegar onde estou. e estou feliz aqui.
ainda estou fazendo escolhas. abrindo algumas portas, fechando algumas janelas. e nesse momento, a trajetória anterior é útil.
me lembro sempre do debate ferrenho na História. a briga entre os que acreditam que ela possa nos ensinar a lidar com o futuro e os que abominam essa idéia. mas isso não me vem ao caso. nem quero pensar. o que interessa é que eu aprendi sim, comigo mesma. e claro, aprendi que às vezes é bom escutar a mãe. praga de mãe pega! mas aprendi também (e acho que até ela aprendeu), que era necessário que a vida me ensinasse.
mas no fundo, sinto que esse é um momento especial. talvez por eu agora poder colocar em prática essas coisas que a gente colhe.
me sinto satisfeita com cada passo que tenho dado. me orgulho muito de minhas conquistas e entendo que elas devem significar (e significam um tanto) apenas para eu própria. o que eu consigo com meu trabalho, com meus estudos e com minha perseverança, é meu. de mais ninguém. pertence a mim o cansaço, o medo, a vontade de desistir como também me pertencem a fé, a calma, a persistência e a luta.
anotem aí: um dia eu chego lá.
essa fruta está amadurecendo. e sua amadurecência tem um sabor único. eu só quero me deliciar.